Assim como o cinema contemporâneo, eu tenho pensado em trilogias.
"A sociedade do Anel", "As Duas Torres", "O retorno do Rei". "X-men 1", "X2", "X-men 3, a batalha final".
Trilogias.
Podemos então fazer uma trilogia de minhas últimas postagens. Para tanto, vamos recaptular o que eu "andei dizendo":
1) No primeiro post falei de minha separação litigiosa dos quadrinhos mensais;
2) No segundo post, falei que uma opção seriam os especiais e encadernados. Entretanto, por safadezas editoriais de cunho internacional, era melhor manter abertos mesmo os dois olhos;
3) Nesta terceira postagem, acho que é hora de apontar um rumo.
Mas... Qual rumo? Oras meu chapa, que pergunta besta! Por um acaso, dentro de uma capela católica você se pergunta se deve rezar pra Jesus ou pra Oxalá? Ou, tendo um Playstation em casa, você cogita alugar um cartucho de Super Nes?
O que quero dizer é que o blog Continuum é um porto seguro dos quadrinhos nacionais. Logo, qual solução melhor?
Tendo um pouco de habilidade e tirocínio, pode-se achar na net quadrinhos nacionais gratuitos MUITO bons. Alguns, inclusive, chegam a deixar muito material gringo chorando e rangendo dentes. Malvados, do André Dahmer, por exemplo.
Mas eu sou um cara legal. Você pode até não achar, mas eu sou. Então, pra você não ter que ficar por aí garimpando, vou te dar uma dica de um quadrinho bacana, exótico, diferente e nem tão conhecido assim. Estou falando das "Aventuras de Quepe, o detetive samambaiense"!
Criação de Amósis Paulo, ou só Amósis, ou Amer, ou DK, ou "Rei de todo o Universo" (rá-rá-rá), as aventuras do Detetive Quepe fogem muito daquilo que estamos acostumados a ver por aí. A arte não parece, nem de longe, com os grandes que atualmente bombam nas pistas: nada de gostosas a lá Ed Bennes, ou musculosos estranhos à moda Deodato. Há alguma influência (pequena) evidente de mangás e animes, sobretudo o incensado Cowboy Beebop.
Do contrário, a arte lembra Beatles. Sim. Aquele quarteto inglês de rapazes com cabelo tijelinha. Mais especificamente, me lembra "Yellow Submarine": é bastante psicodélica, com uma nova apropriação das conhecidas onomatopéias. Elas agora são parte da imagem, tão intrisecamente ligadas que, muitas vezes, você sequer dará conta consciente da presença delas. O enquadramento seque um ritmo próprio, caótico, meio Crump meio enquadramento nenhum. Em resumo? Algo muito diferente do que você (ou eu) estamos acostumados.
Não vou dizer do roteiro. A HQ é gratuita e você não perde nada lendo-a e tirando suas próprias conclusões. Só lhe aviso, de uma vez, que se você procura algo reflexivo como Sandman ou ácido como Malvados, corra atrás dos originais. "Detetive Quepe" é simples, honesto, ingênuo até. Da mesma forma que eram aqueles filmes de aventura que a gente costumava ver na Sessão da Tarde, e as trilogias do cinema não fazem mais...
Para ler o primeiro número das "Aventuras de Quepe, o detetive samambaiense", clique aqui.
Para ler a primeira parte do segundo número, o clique deve ser dado aqui (eu aconselho a não tirar conclusões só tendo lido o número 1. Não vale a pena.)
Agora, se você não lembra, não sabe do que eu estou falando ou andou hibernando nos últimos setenta anos (o que acontece muito), veja abaixo um trechinho do filme: "Yellow Submarine" dos Besouros de Liverpool.
"A sociedade do Anel", "As Duas Torres", "O retorno do Rei". "X-men 1", "X2", "X-men 3, a batalha final".
Trilogias.
Podemos então fazer uma trilogia de minhas últimas postagens. Para tanto, vamos recaptular o que eu "andei dizendo":
1) No primeiro post falei de minha separação litigiosa dos quadrinhos mensais;
2) No segundo post, falei que uma opção seriam os especiais e encadernados. Entretanto, por safadezas editoriais de cunho internacional, era melhor manter abertos mesmo os dois olhos;
3) Nesta terceira postagem, acho que é hora de apontar um rumo.

Mas... Qual rumo? Oras meu chapa, que pergunta besta! Por um acaso, dentro de uma capela católica você se pergunta se deve rezar pra Jesus ou pra Oxalá? Ou, tendo um Playstation em casa, você cogita alugar um cartucho de Super Nes?
O que quero dizer é que o blog Continuum é um porto seguro dos quadrinhos nacionais. Logo, qual solução melhor?
Tendo um pouco de habilidade e tirocínio, pode-se achar na net quadrinhos nacionais gratuitos MUITO bons. Alguns, inclusive, chegam a deixar muito material gringo chorando e rangendo dentes. Malvados, do André Dahmer, por exemplo.
Mas eu sou um cara legal. Você pode até não achar, mas eu sou. Então, pra você não ter que ficar por aí garimpando, vou te dar uma dica de um quadrinho bacana, exótico, diferente e nem tão conhecido assim. Estou falando das "Aventuras de Quepe, o detetive samambaiense"!
Criação de Amósis Paulo, ou só Amósis, ou Amer, ou DK, ou "Rei de todo o Universo" (rá-rá-rá), as aventuras do Detetive Quepe fogem muito daquilo que estamos acostumados a ver por aí. A arte não parece, nem de longe, com os grandes que atualmente bombam nas pistas: nada de gostosas a lá Ed Bennes, ou musculosos estranhos à moda Deodato. Há alguma influência (pequena) evidente de mangás e animes, sobretudo o incensado Cowboy Beebop.Do contrário, a arte lembra Beatles. Sim. Aquele quarteto inglês de rapazes com cabelo tijelinha. Mais especificamente, me lembra "Yellow Submarine": é bastante psicodélica, com uma nova apropriação das conhecidas onomatopéias. Elas agora são parte da imagem, tão intrisecamente ligadas que, muitas vezes, você sequer dará conta consciente da presença delas. O enquadramento seque um ritmo próprio, caótico, meio Crump meio enquadramento nenhum. Em resumo? Algo muito diferente do que você (ou eu) estamos acostumados.
Não vou dizer do roteiro. A HQ é gratuita e você não perde nada lendo-a e tirando suas próprias conclusões. Só lhe aviso, de uma vez, que se você procura algo reflexivo como Sandman ou ácido como Malvados, corra atrás dos originais. "Detetive Quepe" é simples, honesto, ingênuo até. Da mesma forma que eram aqueles filmes de aventura que a gente costumava ver na Sessão da Tarde, e as trilogias do cinema não fazem mais...
Para ler o primeiro número das "Aventuras de Quepe, o detetive samambaiense", clique aqui.
Para ler a primeira parte do segundo número, o clique deve ser dado aqui (eu aconselho a não tirar conclusões só tendo lido o número 1. Não vale a pena.)
Agora, se você não lembra, não sabe do que eu estou falando ou andou hibernando nos últimos setenta anos (o que acontece muito), veja abaixo um trechinho do filme: "Yellow Submarine" dos Besouros de Liverpool.
3 comentários:
Poxa, muito legal a resenha! :D
Valeu mesmo a consideração! Vou linkar o blog lá na minha página!
Abraços aê!!! :D
Ah, Lucas, muito em breve sai a segunda e última parte da segunda edição! Faltam poucas páginas!
Quando terminá-la, aviso aqui! :D
A última parte da segunda edição já está lá! Re re re!
Passa lá pra dar uma olhada! :D
Abraço!
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