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sábado, 12 de janeiro de 2008

Sonhar não custa nada: Liga da Justiça

Quem é antenado no mundo do entretenimento, mais especificamente na paradinha formada entre quadrinhos e cinema (praticamente o filão mais freqüente na Hollywood contemporânea, lado a lado com os remakes e continuações de clássicos dos anos 70 e 80) certamente terá percebido o falatório que gerou, nos últimos seis meses, a pré-produção de um filme da Liga da Justiça. Tendo como nomes "certos" o do diretor George Miller (Happy Feet, Mad Max), do rapper Common (como John Stewart), da modelo Megan Gale (como Mulher Maravilha) e Adam Brody (o Seth da série The O.C., como Flash/Wally West), a boataria tem dividido opiniões. A sinopse do roteiro liberada até o momento, bastante confusa, aliada ao elenco fraco e de pouco expressão, bem como o (também boato) de que Brandon Routh (Superman Returns) e Christian Bale (Batman Begins) não participariam do projeto, sendo seus personagens interpretados por outrem tem ajudado a engrossar a fileira dos descontentes. Doutro lado, o respaldo do diretor e, principalmente a esperança dos fãs têm segurado unidos os que desejam que o filme saia.
Pois então. Situando-me eu no time dos reclamões, dos que estão insatisfeitos com o mostrado até aqui, decidi refazer algo que já tinha feito, anos atrás, num de meus antigos blogs pessoais: um elenco (na verdade, um projeto praticamente completo) para um filme da Liga da Justiça!


Liga da Justiça: Ano Um

O roteiro: Sejamos práticos. A Liga da Justiça, reunião dos maiores heróis da DC comics da Era de Prata, fez sua primeira aparição nos idos dos anos 60, e de lá a cá, mas de quarenta anos, praticamente nunca sumiu das bancas. Ou seja, histórias não faltam. Daí que inventar a escrever um roteiro totalmente novo é uma idéia de uma idiotice ímpar e sem necessidade. Aliado a isto, o fato de que adaptações de quadrinhos recentes de grande sucesso de público e crítica (Sin City e 300) foram transcrições praticamente literais, reforça a idéia de procurar na historiografia do grupo um bom arco para ganhar a tela grande. Pensando em possibilidades (e impossibilidades também) de mercado, penso que Liga da Justiça Ano Um, de Mark Waid é a pedida fenomenal. A Trindade tem pouca participação (só o Superman é mais evidente, mas, em compensação, o contrato de Routh é o mais negociável) e a história se sustenta, permitindo inclusive a criação de novas franquias. Talvez um ponto que pudesse ser cortado (para reduzir custos) é o crossover com a Patrulha do Destino e a Irmandade Negra. É bom, traz umas questões legais mas não é indispensável. Claro que o arco, depois da malfadada Crise Infinita, caiu fora da cronologia. Mas quantos produtores vcs conhecem que se importam com a cronologia?
Para quem quiser conhecer, aqui a série foi publicada na extinta revista Melhores do Mundo da editora Abril (êh revistinha que deixou saudades...). Fico devendo os números exatos, porque os formatinhos estão difíceis de pegar na minha coleção...
Num breve explanação, em Liga da Justiça Ano Um (vou chamar daqui pra frente de JLYO, pra economizar o teclado) redefinia o surgimento da equipe pós Crise nas Infinitas Terras. Pra quem não lembra ou não sabe, na primeira HQ do grupo (lá nos 60) os heróis enfrentam a ameaça de Starro, tendo em sua formação Ajáx ("Caçador de Marte" é uma pinóia), Lanterna Verde (Hal Jordan), Flash (Barry Allen), Aquaman, Superman, Batman e Mulher Maravilha, mas, numa história posterior, postulou-se que Superman e Batman não estavam na aventura que fundou o grupo. Na cronologia pós-Crise, a coisa assim ia mal, já que a vinda da Princesa Diana para o mundo do patriarcado sofrera um atraso em relação ao surgimento do grupo, de modo que nasceu um paradoxo. Incumbido de desatar o nó, Waid tirou a princesa das amazonas e, em seu lugar colocou Dinah Lance, a Canário Negro II (a I fez parte da Sociedade da Justiça).
Na trama, Ajáx, Lanterna, Flash, Aquaman e Canário detém ameaças distintas de estranhos e diferentes entre si, alienígenas e, notando haver conexão entre os ataques, decidem organizarem-se num grupo, declaradamente inspirado na então extinta Sociedade da Justiça. A história gira então sobre três interessantes eixos: 1) a invasão preemente dos alienígenas Appelaxxianos; 2) o estabelecimento do novo grupo frente a comunidade heróica; e, o que mais me agrada, 3) as dificuldades de relacionamento dos heróis entre si: são todos praticamente novatos, desconfiados uns dos outros e, muitas vezes, impulsivos e fracos.

O diretor: Aqui temos um ponto essencial e complicadíssimo visto que tendemos a pensar nos diretores que mais gostamos, mas, entre os meus favoritos, creio que nenhum tem o traquejo para um filme de supers. Fiquei tentado a deixar como está, mas nunca vi nenhum dos filmes de George Miller para lhe entregar um filme deste porte. Estando Cris Nolan (Batman Begins, O grande truque) indisponível, a coisa fica ainda mais difícil, mas! Há luz n o fim do túnel! Pensar em que gênero se quererá enquadrar o filme ajuda. Diferente dos atuais filmes de heróis, JLYO não seria um filme de ação. Calma! O que quero dizer é que seria um filme de aventura, coisa que o cinema quase não faz mais hoje em dia, com seus tiros e explosões. Distante de "X-men 3", o objetivo seria aproximar JLYO de clássicos como "Robin Hood, o príncipe dos ladrões" (com Kevin Costner), "Indiana Jones" ou "Três Mosqueteiros" (com Cris O'Donnel). Inclusive, tal escolha ajuda mais uma vez os produtores, que, dado o teor original da história, poderiam batalhar uma censura mais baixa (a HQ permite isso sem prejuízos). Então... Quem é o rei dos filmes de aventura? Robert Zemeckis! Diretor do recente A lenda de Beowulf, Robert tem no currículo clássicos absolutos como a trilogia "De Volta para o Futuro", "Uma cilada para Roger Rabbit", "Tudo por uma esmeralda", "O náufrago" e mais uma pilha. Basta convencer o homem a largar as animações e voltar aos atores. Coisa nem muito difícil. Outro bom candidato é Brad Bird. O diretor de "Os Incríveis", da Disney/Pixar já mostrou que sabe guiar uma boa aventura (é também o roteirista do citado) e com heróis. Ou seja: qualquer um dos dois diretores é chance grande de lucro!

O elenco principal: Aqui chegamos na parte mais espinhosa da coisa toda, já que relacionar bons atores e cachês de mortais não é bolinho. Vejamos o que deu pra fazer. Há um ponto importante aqui. Se com o diretor tivemos de ter atenção ao gênero do filme, com os atores a atenção deve se focar na idade média. Assim, apresentarei sempre três propostas: um grupo "mais velho", no meio da casa dos 30, um mais jovem, na casa dos 20 e um terceiro candidato, o azarão da parada.

Como mamãe me deu educação, comecemos pela dama:

Canário Negro (Dinah Laurel Lance)
As candidatas: Kate Beckinsale (de "Van Helsing", "Click"); Jessica Biel (de "Blade Trinity", "O Ilusinonista") e Charlize Theron ("Aeon Flux", "Advogado do Diabo").
Na trama de Waid, a Canário Negro é uma florista, muito (com perdão da falta de decoro) atraente e que, filha da heróina amada pelos garotos Canário Negro, um dia se descobre com poderes vocais e decide seguir os passos da mãe. É ela quem o tempo todo terá de bater-se com um legado (Flash e Lanterna também, mas nela a questão é mais forte). Kate Beckinsale é de longe minha favorita. Dona de um corpo bastante... interessante, ela ainda possui uma voz bem marcante, um tanto grave. Para alguém com poderes vocais, é perfeito! Faz parte do grupo na casa dos 30 anos. Representante do grupo dos jovens, Jessica Biel também tem um belíssimo corpo, e tem a grande vantagem de ter enorme "respaldo" entre a maior parte dos leitores de quadrinhos (ou seja, os homens). O azarão do papel é Charlize Theron. Oscarizada, podia não topar a empreitada de um novo filme "nerd", já que destoaria bastante de sua séria carreira de filmes reflexivos. Além disso, é mais velha que as outras duas candidatas, além de não ter um "shape" muito notável. Mas tem a seu favor a exuberante beleza facial e a capacidade interpretativa imensa.

Ajáx (John Jones)
Os candidatos: Michael Clarke Duncan ("À espera de um milagre" e "A Ilha"); Vin Diesel ("Triplo X" e "Velozes e Furiosos"); e Vinnie Jones ("Jogos, trapaças e dois canos fumegantes" e "X-men 3: a batalha final").
Para o marciano transmorfo que muitos consideram o espírito da equipe, precisamos de alguém grande, forte e... careca. Brincadeira. Seu papel em JLYO é fundamental para a trama, e exige uma bela capacidade interpretativa para segurar a carga emocional que o deslocamento do personagem gera. Além disso e dada a maquiagem e o fator extraterreno, o papel de Ajáx dispensa a preocupação com a idade do ator. Michael Clarke Duncan é, sem sombra de dúvidas, meu favorito disparadom, estando os outros aí praticamente só pra cumprir tabela. O cara é enorme (1,95m) , é um pusta ator (basta ver seu maior sucesso, "À espera de um milagre". O cara barbariza) e é dono de uma voz muito impactante (hum, vejo um padrão aqui...). Acho uma característica importante num sujeito que simplesmente não tem uma forma fixa. Entre Vinnie Jones e Vin Diesel não há muito o que se diferenciar. Os dois são grandes e fortes, mas tem níveis interpretativos mediano (Vinnie Jones) e nível ostra (Diesel). A seu favor, Diesel tem o fato de que a molecada o adora. Já Jones só pode contar com o fato de que é melhor ator que seu concorrente mais jovem.

Flash (Barry Allen)
Os candidatos: Ewan McGregor (a nova trilogia "Star Wars" e "Abaixo o amor"); Jake Gyllenhaal ("Donnie Darko" e "Soldado Anônimo"); Jude Law ("Closer, perto demais" e "Capitão Sky e o mundo do amanhã").
Em JLYO, Barry Allen é o "mineiro" do grupo. Verdadeiro come-quieto, é um calado, preocupado com sua vida sem a máscara e boa praça. Para o papel, precisamos de alguém que, além de bom ator, tenha aquela cara de amigo com o qual sua mulher não se preocupa se você disser que está junto (tipo, sua mulher liga e pergunta porque você está demorando tanto para chegar do trabalho e você diz: "Desculpa amor, parei pra tomar uma cerveja aqui com o Almeida! Quer falar com ele?" e ela responde que, se é com o Almeida, então tudo bem). Aqui eu sinceramente fico dividido na escolha, sem me decidir entre Ewan McGregor ou Jake Gyllenhaal. Ambos são atores bastante competentes, têm essa cara que falei anteriormente e não são lá muito atléticos (como eu imagino que um técnico da polícia de uma cidade definitivamente não seria: atlético!). Entretanto, como no caso da Canário eu escolhi a candidata mais madura, o papel cai então nas mãos de Ewan McGregor. Não há muito o que falar sobre o sujeito, sua extensa filmografia fala por si só. Ele tem cara de bacana, tranqüilão e, ao mesmo tempo, de inteligente. Exatamente o que é Barry Allen. Um sujeito que, á despeito de toda a sua velocidade, sabe muito bem pensar antes de agir. Nesta seleção, Jude Law é o azarão. Ele tem as características do papel, mas muitas mulheres já me disseram que ele tem cara de cafajeste. Um traço que definitivamente não queremos no corredor escarlate...

Lanterna Verde (Hal Jordan)
Os candidatos: Joanquin Phoenix ("A vila" e "Johnny & June"); Clive Owen ("Os filhos da esperança" e "Mandando Bala"); Ryan Reynolds ("Blade Trinity" e "Horror em Amytville").

Em JLYO, Hal Jordan é nada mais que um aparecido. Um dos heróis mais poderosos do grupo (rivalizando com o Ajáx) seu anel de poder quase insuperável faz dele um corredor de riscos. Entretanto, acredito que durante a série seu personagem é o que mais evolui, chegando ao herói bem resolvido que a maioria dos leitores conhece desde sempre. Podemos então ficar entre um ator com carreira de papéis assim ou alguém que tope o desafio. Eu descaradamente vou preferir alguém do segundo grupo, o que faz de Ryan Reynolds o azarão da parada. Mas eu volto a isto daqui a pouco.
Meu preferido aqui é Joaquin Phoenix. Ele definitivamente não é um ator novinho, mas tem uma grande versatilidade em frente às lentes (basta ver como são diferentes seus dois papéis sob a batuta do mesmo M. Night Shyamalan, em "Sinais" e "A vila"). Clive Owen é uma boa escolha também, apesar de bem mais caro, já que está na crista da onda. Igualmente versátil, conta a seu favor ter mais "cara de homem" que os concorrentes. É também mais velho, mas acredito que, pro papel do mais imaturo do grupo, alguém fisicamente mais maduro caia bem. Por fim, temos Ryan Reynolds. Desde sei lá quando, o nome do ator esteve ligado ao papel de Flash, seja num suposto filme solo, seja num igualmente provável filme da Liga. Tem experiência em fazer tipos inconseqüentes e engraçadinhos, além de ser bem mais jovem que os outros dois. Não chega a ser uma má escolha (nenhum dos azarões é) mas a qualidade dos concorrentes é brutalmente superior.

Aquaman (Arthur/Orin)
Os candidatos: Brad Pitt ("13 homens e um novo segredo" e "Sr. e Srª Smith"); Hugh Jackman ("O grande truque" e "Scoop: o grande furo") ; Jensen Ackles (do seriado "Supernatural") .

Aqui, a grande dificuldade foi montar o páreo. Inclusive, Jensen Ackles entrou nos quarenta e cinco minutos do segundo tempo (eu já estava escrevendo o post quando me lembrei do rapaz). Pois bem. Em seu arco introdutório, Mark Waid nos apresentou um Arthur bastante diferente do que se está acostumado a ver. Afinal de contas, no que tange a poderes e combate ele é definitivamente o mais fraco dentre os fundadores da Liga. Sua habilidade de controlar as criaturas marinhas é virtualmente inútil, se sua força e resistência superiores não são páreo sequer para o treino marcial de uma Canário Negro, por exemplo. Não bastasse isso, o roteirista escreveu um rei dos mares quase tão deslocado quanto seu colega marciano, sendo inclusive o único que chega a pensar em abandonar... o barco.
Apesar de tudo isso, ainda estamos falando de um Rei. Foi este o critério que norteou a escolha dos atores. Se necessário Brad Pitt sabe ser elegante e distinto (vide a série dos homens e segredos), e sua interpretação no péssimo "Tróia" mostra que ele sabe simular um ar de realeza guerreira. Quem só conhece Hugh Jackman como o gritalhão Wolverine, há de se assustar com a escolha dele para este páreo, mas eu os convido a assistirem os filmes supra citados do ator. Em Scoop inclusive ele interpreta um nobre inglês suspeito de assassinato, e segura a peteca muito bem. Por fim, Jensen Ackles é pouco conhecido, tendo apenas de destaque o fato de co-protagonizar o divertido seriado Supernatural ("Sobrenatural", no SBT), mas sabe fazer o ar prepotente e ao mesmo tempo tímido que o papel exige. Aqui eu fico inteiramente dividido. As três opções são fortes e boas, sendo que Jensen tem a seu favor o cachê baixo, contra a imensa popularidade dos outros dois. Simplesmente pela competitividade do páreo, excluo Hugh Jackman pelo fato de já ter sua figura relacionada a outro herói. Por fim, Brad Pitt acaba sendo a melhor escolha. Apesar de muito, muito caro, sua presença atrái público como nenhum outro e, talvez sua notoriedade seja um ponto forte para tirar o personagem Aquaman do campo de coadjuvante que muitos roteiristas e leitores insistem em colocá-lo.


Outros personagens: Naturalmente, uma história desse porte conta com muitos coadjuvantes. Relegar estes personagens entretanto, pode se configurar como um erro tão crasso quanto ignorar os personagens principais. Vamos a eles então.
Snapper Carr

No início de suas atividades, a Liga da Justiça inteira, como grupo, possuia uma espécie de sidekick (alguns autores inclusive se referem a ele como "mascote" da equipe. Aí eu já acho paia. Mascote é o Kripto, o Batcão, sei lá). Isso lá nos anos 60. Em sua revisão, Mark Waid manteve o posto de Snapper Carr, o garoto "papo firme" que agora, apesar de não entrar nas missões, cuida da manutenção do QG dos heróis. Então, pro papel do garoto que adora estalar os dedos, não há páreo. Haley Joel Osment ("O sexto sentido" e "I.A. Inteligência Artificial") é escolha certeira. E mó brasa, mora?

O tio de Snapper
Se, nas HQ's originais da Liga, o jovem Snapper passa a fazer parte do grupo por estar na hora certa (?) no lugar certo (?), no arco de Waid essa situação foi mudada para ficar mais verossímil. Em JLYO ele é sobrinho do contato da Liga com seu patrocinador misterioso. Infelizmente eu não lembro do nome do personagem (e, logo, não pude achar imagens do mesmo), mas era um sujeito um tanto quanto velho, mas que pudesse ser forte, até fisicamente, quando necessário. Para a disputa do páreo, David Morse ("À espera de um milagre") e Paul Giamatti ("A dama na água" e "Mandando Bala"). A mim particularmente agradam os dois atores mas, tendo em vista uma chiadeira por parte dos produtores e as dificuldades com cachês, ficamos com David Morse, consideravelmente mais em conta.

O patrocinador misterioso: Arqueiro Verde (Oliver Queen)
Outro páreo difícil de montar. Pro papel do misterioso benfeitor/patrocinador da Liga, o Arqueiro Verde, é preciso um ator que saiba se portar como rico, cheio da nota mas "com consciência social". A montagem do páreo foi tão difícil que dispensei o azarão. A escolha fica entre Rufus Sewell ("Coração de Cavaleiro" e "Tristão e Isolda") e Justin Hartley ("Smallville"). Rufus sabe, e muito bem, fazer o papel de poderoso. Nos três filmes que me lembro com ele, ele sempre fez lordes ricos. Além do que tem uma cara de sedutor, essencial pro papel do velho Queen. Na outra ponta, temos o novato Justin Hartley, do horrível seriado Smallville, onde faz o papel de... Arqueiro Verde/Oliver Queen! Ou seja, o rapaz tem a seu favor o fato de favorecer a identificação do público. Um grande ponto, se me permitem. No fim, a escolha entre um e outro se calca na idade média do restante do elenco. Como tenho optado pelos trintões, dá o Rufus (não o cachorro do Dennis!) na parada...

Menção honrosa: Sociedade da Justiça












Um momento importantíssimo da trama se dá quando, chegando na casa da mãe, Dinah vê que está rolando uma reuniãozinha entre suas mãe e seus "tios": os heróis da Sociedade da Justiça! Nesse momento ela terá uma revelação muito importante (acho que só eu achei: ninguém nunca mais citou isso...). Enfim. Para o papel de Dinah Lance (sem o "Laurel"), Kim Basinger. Uma loira bonitona, enxuta que ainda chama muita atenção onde passa. Mas podia ser a Sharon Stone também. Na verdade até prefiro a Stone, mas a idéia só me ocorreu agora e... Deixa quieto. Como é uma reunião dos membros da Sociedade, o primeiro Flash, Jay Garrick, certamente está presente. E, para o seu papel, uma daquelas homenagens que o público nerd adora: John Wesley Shipp! Não sabe quem é? Sabe sim! Ele era o Flash no seriado de Tv dos anos 90. Certamente seria um rosto que os fãs iam gostar de ver. Pros demais sócios, a escolha não faria a menor diferença (na verdade, nem pro Flash faria, mas a graça é a homenagem) porque a participação deles é realmente MUITO pequena.


Ufa! Acho que conclui! Caramba, se você chegou até aqui, meus parabéns e meu muito obrigado. Mas não pare agora! Clique aí nos comentários e diga o que achou, qual das opções de atores preferia e tal. Vai ser um prazer!


Nota: Agora que me dei conta: acho que um filme só seria pouco para dar conta de todo o arco criado por Mark Waid. Bem, problema nenhum: é só entrar na moda corrente, de fazer trilogias filmadas todas de uma vez e zaz! Um filme baseado em quadrinhos que nem o nerd mais xiita vai poder botar defeito!
Aiaiai... Ainda bem que sonhar não paga imposto!

1 comentários:

rodrigo_galhano disse...

Vin Diesel? Porra você tá de sacanagem né?!? Nem pra cumprir tabela!