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quinta-feira, 31 de julho de 2008

[Top 5] Bons filmes relacionados a quadrinhos

Nos últimos anos, filmes baseados em revistas em quadrinhos tem pipocado nos cinemas mais do que escândalos políticos no Jornal Nacional.
Pois então, estava visitando o Mediocridade Radioativa, do bróder RB Matos e me deparei com um post do Nerd Júnior sobre filmes ruins baseados em HQ. Aí resolvi fazer o oposto, mas um oposto diferente: falar de filmes bons sobre quadrinhos de forma mais geral. Pode ser porque adapta um personagem de quadrinhos ou porque aborda os quadrinhos, ou porque usa os conceitos presentes na nona arte. Percebam que não discutirei adaptações. Mas filmes bons que tem um pé nas páginas quadriculadas. Essa é uma ressalva importante, porque vão pintar coisas aqui que as pessoas podem não esperar.


Posição 5: V de Vingança (V for Vendetta, EEUU, 2006)
Esse é controverso, e por isso a lista começa (ou termina?) com ele. V de Vingança, roteirizado e produzido pelos irmãos Wachowski (da Trilogia Matrix) foi (levemente) baseado numa grphic novel escrita por Alan Moore e desenhada por David Lloyd.
O filme conta a história de uma moça (Natalie Portman) que, numa Londres futurista e totalitária, é salva por um estranho sujeito mascarado de nome "V" (Hugo Weaving), que pretende iniciar uma revolução anarquista fazendo uso de sua inteligência e algumas pitadas de terrorismo (tá, foi uma sinopse beeeem rasteira).
Como disse, este foi um filme controverso. Fãs da graphic, em sua maioria, o execraram pois a adaptação dos Wachowski deixou de contemplar muitos pontos da HQ, mudando mesmo o embasamento ideológico da obra. Entretanto, os fãs de cinema que não necessariamente conhecem de quadrinhos, em geral ovacionaram bastante o filme, por se tratar de uma crítica política bem construída e empolgante. À época que vi o filme, eu estava mais no segundo grupo do que no primeiro, pois ainda não tinha lido a graphic. Resultado: gostei bastante do que vi, uma vez que trazia grandes similaridades com o clima de um dos meus livros favoritos - 1984, de George Orwell. Com o hype gerado pelo filme, a graphic foi relançada em uma bela edição, que eu adquiri e pude constatar: o filme devia muito à HQ, e mesmo tomava alguns decisões bastante questionáveis na condução do enredo. Entretanto, apesar de tudo isso, o filme funciona e alcança mais pessoas do que uma adaptação mais fiel talvez alcançaria. Razão pela qual marcou a rabeira deste Top 5 (hum... essa frase não ficou muito boa...).


Posição 4: Estrada para a perdição (Road to perdition, EEUU, 2002)
Este filme sensacional, pouca gente sabe, foi baseado numa história em quadrinhos. Para ser mais exato, esta obra dirigida por Sam Mendes (Beleza Americana) se baseia numa graphic novel escrita por Max Allan Collins e Richard Piers Rayner, e que por sua vez, muitos apontam ter sido baseada num mangá (Lobo solitário! Quem poderia imaginar?).
Conta a história de um capo da máfia durante os anos 30 (Tom Hanks), que é idolatrado pelo filho, até que o garoto descobre, assistindo a um homicídio, o que o pai faz para ganhar a vida. Como o garoto sabe demais, a máfia decide eliminar a ele e sua família, mas Sullivan, interpretado por Hanks, se opõe, evidentemente. O filme então se ocupará de apontar essa relação, ambivalente, entre pai e filho fugitivos da máfia. Sensacional.
Um ponto interessante aqui é que eu nunca li as fontes. "Estrada para a perdição" (a graphic novel) e Lobo Solitário já forma publicados em terra brasilis, mas o primeiro tinha preços proibitivos à época (me deixando chupando dedo) e o segundo, não me chamou atenção por eu já estar numa fase meio antimangá. Mas a questão é que, independente disso, o filme funciona bem, como "V de Vingança", citado anteriormente.


Posição 3: X-men II (X2, EEUU, 2003)

Dirigido e co-roteirizado por Bryan Singer (Os Suspeitos), X-men II, como fica evidente pelo nome, é a seqüência direta do filme de 2000, sendo ambos baseados no grupo de heróis mutantes da Marvel Comics criado em 1963 por Stan Lee e Jack Kirby.
Numa sinopse ainda mais porca que as anteriores, X-men traz outra vez os mutantes vivendo num mundo que os odeia. Entretanto, a coisa piora quando um mutante (Noturno, vivido por Alan Cumming) atenta contra a vida do presidente dos Estados Unidos, invadindo a Casa Branca com seus poderes. Isso faz com que o governo dê poderes ao inescrupuloso Gen. William Striker (Brian Cox) para barrar o avanço da ameaça mutante. Esse cenário caótico então fará com que surja uma aliança improvável entre o Prof. Xavier (Patrick Stewart) e seus pupilos e o fugitivo Magneto (Ian McKellen) e sua parceira, Mística (Rebbeca Romijn).
Se X-men I não fora um grande filme (exceto pelo fato de que, ao menos eu, o considero o marco zero da volta dos heróis dos quadrinhos os cinemas em filmes de qualidade), o mesmo não se pode dizer de sua seqüência. Aqui, a mesma coisa que, creio, enfraquecera o primeiro filme, tornou-se o forte deste: o pouco conhecimento do diretor sobre o material original. Na época me preocupara muito com as declarações de Singer dizendo que não era leitor de quadrinhos, que nunca tinha lido uma revista dos mutantes na vida. X-men I mostrava que minha preocupação era justificada, pois foi um filme bom mas raso; já em X-men II, talvez por já estar um pouco adaptado ao mundo mutante, Singer largou mão das perfumarias e nadou na essência: é um senhor filme nerd sobre preconceito. O nomes dos personagens interessam pouco, seus poderes muito menos: Singer usou o Bobby Drake (o Homem de Gelo - Shawn Ashmore) para falar dos homossexuais e a estranheza que eles causam mesmo nos mais próximos; fez de Noturno e Mística uma chance de abordar a questão do negro e sua relação consigo próprio. Se não bastasse esse toque de gênio, ainda polvilhou tudo com ótimas cenas de ação, dignas o suficiente para que os fãs de quadrinhos pulassem das cadeiras na sala de exibição. O resultado? Um filme de heróis bom como poucos, que conseguiu transcender a mera exposição das brigas do bem contra o mal para mostrar que, no fundo, é tudo humano, demasiadamente humano.

Posição 2: Anti-herói americano (American Splendor, EEUU, 2003)

A divisão que à partir daqui se segue, entre primeiro e segunda posições é meramente didática, digamos assim. Este e o próximo filme são excelentes e dignos do primeiro lugar, mas de formas diferentes. Vocês entenderão (espero).
Dirigido e co-roteirizado por Shari Springer Berman e Robert Pulcini (e contando nos roteiros com o próprio Harvey Pekar e sua esposa Joyce Brabner), "Anti-herói (...)" se baseia na revista em quadrinhos underground americana mais duradoura (a "American Splendor") para contar a história de seu autor, o obsessivo Harvey Pekar (Paul Giamatti, num trabalho maravilhoso, capaz de se fundir ao personagem). Harvey é um sujeito comum, que leva uma vida pobre e comum nos EEUU mas que, influenciado por sua amizade com Robert Crump (James Urbaniak) e seu gosto por quadrinhos, decide contar seu dia-a-dia numa revista que acaba virando um sucesso.
O filme é pontuado, ora pela atuação do elenco capitaneado por Giamatti, ora pela fala do próprio Harvey e seus amigos e esposa, ajudando-nos a reconstruir a história riquíssima de um sujeito comum, como eu e você. Por ser uma biografia muito fiel (ao ver as falas do próprio Harvey você tem a certeza de que ele não permitiria que fosse diferente), não se precisa esperar finais fáceis, soluções dos conflitos à moda das novelas da Globo. Se as coisas acabam bem, é por influencia da mera casualidade que permeia nossas próprias vidas. "Anti-herói (...)", apesar de contar a história de algo que se passou lá nos anos 70-80, é atualissímo nessa nova onde de ode ao homem comum que vivemos, com nossos "Big Brothers" e "Ídolos".


Posição 1: Batman - Cavaleiro das Trevas (Batman the dark knigth, EEUU, 2008)

Como eu disse anteriormente, a separação de primeiro e segundo, envolvendo justamente "American Splendor" e "Batman TDK" é meramente ilustrativa. Os dois filmes não se comparam, são absurdamente diferentes, com enfoques e pretensões diferentes. Dizer o contrário é a mais pura tolice que eu NÃO cometerei. Basta que se diga que ambos são melhores do que a terceira posição (X-men II). Inclusive, se você quiser trocar as ordens entre eles, fique à vontade.
Também dirigido e co-roteirizado por Christopher Nolan (que divide o guião, como chamam os lusitanos, com seu irmão Jonathan). BTDK (pra resumir) mostra o resultado da ação de Batman (Christian Bale) e o honesto Tenente James Gordon (Gary Oldman) sobre a criminalidade de Gotham City. Tudo parece melhorar quando surge um jovem promotor, Harvey Dent (Aaron Eckhart) disposto a dar mais um passo nessa luta contra o crime. Entretanto, essa conjuntura favorável faz da máfia de Gotham um rato acuado: sem ter para onde fugir, ele ataca. E esse ataque devastador tem um mentor: o caótico Coringa (Heath Ledger).
Diferente de Bryan Singer, Nolan partiu de um filme aclamado (Batman Begins) para construir uma trama ainda melhor em sua seqüência e, tal qual seu colega diretor dos dois primeiros filmes mutantes, chutou a perfumaria para o céu e nos brindou com uma história excelente, reflexiva e pé no chão: a essência do Homem Morcego.
Com o pulso firme, Nolan traz ao primeiro plano a questão: o que pode um homem de moral fazer em tempos (e num ambiente) totalmente imoral (como se questiona Harvey Dent numa cena emocionante)? Ou traduzindo: o que podem homens de princípios (Dent, Bruce/Batman e Gordon) quando estão imersos na total ausência de princípios? Os três têm algo a perder, quer sejam suas famílias , quer seja sua moral. Os criminosos de Gotham são combatíveis porque têm o que perder, mesmo que seja simplesmente dinheiro. E aí surge nova variável: um criminoso que simplesmente não tem nada, absolutamente nada a perder. Vazio, o Coringa é tudo: tudo o que o Batman e os cavaleiros reluzentes de Gotham talvez não possam vencer. Nas palavras do próprio Joker: a força irresistível se encontra com o objeto irremovível, e o resultado é o caos total.
Ainda que o roteiro peque num momento ao apresentar uma solução fácil demais, rousseauliana demais a um dos dramas gerados pelo enredo, o filme é uma obra prima, pois, como toda boa ficção, nos leva a questionar a realidade à partir de sua lente. E o que acabamos vendo é um tanto quanto desolador, se me permitem o pessimismo...



Menção honrosa: Corpo Fechado (Unbreakable, EEUU, 2000)

Após o sucesso estrondoso do suspense "O Sexto Sentido", de 1999, o diretor M. Nigth Shyamalan surpreendeu público e crítica com um filme sobre um sujeito que sobrevive, ileso, a um acidente em que morrem todos os passageiros (131) do trem em que viajava. Quando digo surpreendeu, não quero dizer positivamente. Limitados, a maioria dos espectadores esperavam um filme com a mesma profissão de fé que fizera de "O sexto sentido" um sucesso: um mote e uma revelação supreendente ao final (infelizmente essa pecha segue o diretor até hoje, que tem seus filmes continuamente criticados porque, ao contrário do que o público espera, não são novos "O sexto sentido").
Em "Corpo Fechado", Bruce Willis é David Dunn, um ex-atleta desempregado, que vive de bicos como segurança por seu tamanho avantajado e a pinta de durão. As coisas vão mal em sua vida: o casamento desce ladeira abaixo, o emprego é sub, e ele é apenas uma sombra do que já foi. Até que um acidente muda tudo: um descarrilhamento de trens, 131 mortos e um sobrevivente: David Dunn. E sem nenhum arranhão!
A vida de Dunn segue, agora tendo esse mistério insondável como pano de fundo, até que ele conhece o estranho Elijah Price (Samuel L. Jackson) que lhe explica o mistério: Dunn é inquebrável, imune a doenças, um verdadeiro super herói como o dos gibis. E ele, Elijah, cujas crianças do bairro chamavam maliciosamente de "Sr. Vidro" (por ter os ossos absurdamente frágeis) não é ninguém menos que o vilão, seu arqui-inimigo!
"Corpo Fechado" não é outra coisa se não uma imensa homenagem ao gênero de super heróis. De tudo, desde a caracterização dos personagens (percebeu a repetição de sons de "David Dunn", como "Peter Parker" ou "Clark Kent"?) até a idéia principal (de que a cada herói precisa existir um vilão) Shyamalan aponta seu interesse em referendar um tipo de história que habita o imaginário popular desde muito antes da publicação da Action Comics nº1 em 1938. Pena que a crítica e o público em geral, de olhos voltados para "O Sexto sentido", não foi capaz de percebê-lo. E pobre de Shyamalan que ressignificou o conceito freudiano de "arruinados pelo êxito": ao acertar logo na entrada, vetou a correta apreciação de seus (excelentes) filmes subsequentes...

...

Bem, é isso.
O que acharam deste Top 5? Opiniões, sugestões e críticas são muitíssimo benvindas! Só não vale xingar a mãe, ok?



I Encontro BNB de Cultura Pop

MONSTRA
I Encontro BNB de Cultura Pop
produção: ARTZ

Data: Sábado, 09 de agosto de 2008
Horário: 10h às 20h
Local: CCBNB – Centro Cultural Banco do Nordeste
Rua Floriano Peixoto, 941 – Centro

Entrada franca

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EXPOSIÇÕES:
10:00 às 20:00
Local: Térreo

COMIX 2000
Histórias em Quadrinhos produzidas por mais de 300 artistas dos mais diversos países para a colentânea "Comix 2000" – um livro de 2000 páginas de HQs produzido e editado pela editora francesa L'Association, usando como temática o Século 20.

PAPER TOYS
Exposição de Paper Toys produzidos por desenhistas cearenses de Histórias em Quadrinhos.

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BANCA:
10:00 às 12:00
Local: Térreo

Stand de venda de fanzines e publicações independentes locais, nacionais e estrangeiras.

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OFICINA DE CARICATURA:
10:00 às 12:00
Local: Auditório, 3º andar

Oficina prática de como desenhar caricatura com Carlus - Um dos mais importantes caricaturistas nacionais da atualidade. Ganhador de diversos prêmios na área em Salões nacionais de desenho de humor. Trabalha ativamente há mais de 20 anos na imprensa cearense.

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MOSTRA ESPECIAL DE CINEMA DE ANIMAÇÃO:
Curadoria: Diego Akel

ORIENTE – 4 filmes
10h às 11:00
Local: Teatro 2º andar

Curtas raros, desde experimentos em preto e branco do mestre Osamu Tezuka, passando pelos filmes de Hayao Miyazaki e os trabalhos premiados e inovadores de Yogi Yamamura. A diversidade de estilos e técnicas empregados nestes curtas é algo ainda pouco conhecido pela maioria dos fãs dos animes e da cultural oriental.

"Atama Yama" - Yoji Yamamura (11 min.)
"Feelings from Mountain and Water" – Shangai Animation Film Studio / Te Wei, 1988 (19 min)
"Jumping" – Osamu Tezuka, 1984 (7 min)
"In Saeng" – Jun-Ki Kim, 2003 (10 min)


EXPERIMENTAL E ABSTRATO – 10 filmes
11:00 às 12:00
Local: Teatro 2º andar

Mostra de filmes de cineastas que romperam as barreiras do cinema narrativo, de personagens e linear, propondo novas visões e possibilidades inexploradas cinematograficamente.

"Komposition in Blau" – Oskar Fischinger, 1935 (4 min)
"Alegretto" – Oskar Fischinger, 1936 (3 min)
"Spiritual Constructions" – Oskar Fischinger, 1927 (7 min)
"Dots" - Norman McLaren, 1940 (2 min)
"Hen Hop" - Norman McLaren, 1942 (3 min)
"La Merle" - Norman McLaren, 1958 (5 min)
"New York Lightboard record" - Norman McLaren, 1961 (4 min)
"Lines Horizontal" - Norman McLaren, 1962 (6 min)
"Begone dull care" - Norman McLaren, 1949 (8 min)
"Synchromy" - Norman McLaren, 1971 (8 min)


LIQUID TELEVISION – 18 filmes
12:00 às 13:00
Local: Teatro 2º andar

Exibição de raras gravações do precursor programa da MTV, onde talentos atualmente reconhecidos como Bill Plympton, David Daniels e Peter Chung fizeram trabalhos marcantes. A estética extremamente particular deste material o torna uma grande referência do cinema de animação exibido na televisão.

-Robert Palmer Opening
-Soap Opera
-Psycho Gram
-Buzz Box
-Aeon Flux
-Invisible Hands
-Lea Press on Limbs
-Stick Figure Theater
-Lidia's Makeover to the Stars
-Art School Girls of Doom
-Psycho Gram
-Grinning Evil Death
-The Running Man
-The Specialists
-Stick Figure Theater: The Battleship Potemkin
-Flugbild
-Ladies
-Dog Boy


NATIONAL FILM BOARD – 7 filmes
13:00 às 14:00
Local: Teatro 2º andar

O tradicional e premiadíssimo centro de pesquisa e produção cinematográfica do Canadá tem o cinema de animação como um de seus focos principais, e é um dos maiores do mundo neste campo, fundado pelo documentarista David Grierson e Norman McLaren nos anos 40. A exibição trará desde os trabalhos de McLaren até os curtas realizados pelos seus novíssimos e talentosos membros da National Fim Board.

"The Bead Game" – Ishu Patel, 1977 (6 min)
"Le Chapeau" – Michele Cournoyer, 1999 (6 min)
"The Cat Came Back" – Cordell Barker, 1988 (8 min)
"Hunger" – Peter Foldes, 1974 (12 min)
"When the Day Breaks" – Amanda Forbis e Wendy Tilby, 1999 (10 min)
"Le Paysagiste" – Jacques Drouin, 1976 (8 min)
"Au bout du fil" – Paul Driessen, 1974 (11 min)


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MESA DE DESENHO:
15:00 às 17:00
Local: Térreo
O caricaturista Carlus desenhará caricaturas ao vivo para o público do evento.


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DEBATES E PALESTRAS:

TIRAS DE HUMOR
14:00 às 16:00
Local: Auditório 3º andar

Mesa de debate sobre o processo de criação de tiras de humor
com os desenhistas João Belo, Guabiras e Thyago.


COSPLAY
16:00 às 18:00
Local: Auditório 3º andar

Palestra sobre a cultura cosplay com Bruno Matos, praticante de cosplay, e Beatrice Melo, designer de moda, autora das coleções da Sugoi Cosplay - confecção de "Costume plays" para eventos de animes no Ceará.


ARTE URBANA
18:00 às 20:00
Local: Auditório 3º andar

Palestra sobre Arte Urbana com Fabio Zimbres (RS), curador da Mostra TRANSFER_cultura urbana. arte contemporânea. transferências. Transformações. - Exposição que está acontecendo em Porto Alegre-RS com mais de 300 obras em graffitti, fotos, vídeos, fanzines e instalações de mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Penitente #2


Depois do sucesso da primeira edição da revista, as aventuras do vigilante morto-vivo mais irado dos quadrinhos brasileiros têm continuação! E em sua segunda edição, a revista traz as seguintes histórias:

A oferenda - Uma seita satânica busca trazer ao nosso mundo um poderoso demônio, mas para isso precisa oferecer a vida de uma pessoa em sacrifício. Conseguirá o nosso protagonista impedir tal atrocidade? Argumento, cores e letras de Lorde Lobo; roteiro de Edvanio Pontes; arte e arte-final de Israel Gusmão (com participação de Nel Angeiras em duas páginas).

A última surra - Já lemos e ouvimos falar de muitos casos de chefes de famílias que, ao chegarem em casa embriagados, batem nas mulheres e crianças, não é mesmo?! Mas será que todos acabam do mesmo modo? Roteiro, cores e letras de Lorde Lobo; arte e arte-final de Nel Angeiras.

A edição traz ainda uma seção de cartas, onde os leitores dizem o que acharam da primeira edição. A capa desta edição também é assinada por Nel Angeiras.

Penitente nº 2, editada por Lorde Lobo, tem formato americano, custa apenas R$ 4,00, tem ao todo 20 páginas e é totalmente em cores. De julho de 2008.

Os pedidos podem ser feitos de duas formas:

>> Através de vale-postal:

End.: Rua Sport Club Rio Grande, 56 - Vila São Paulo - Rio Grande / RS - CEP 96.202-320 - Brasil.

Em nome de Alexandre Cozza Ferreira.

>> Através de depósito bancário:

Banco Itaú, agência 0323, conta nº 36741 7

Em nome de Alexandre Cozza Ferreira.

Caso tenho optado pelo pagamento via depósito bancário, favor mandar um e-mail para revistapenitente@yahoo.com.br especificando o número da edição desejada, o valor pago, a data e o número do depósito (se for possível, scanneie o comprovante do depósito e nos envie também). A entrega será feita via Correios.

Visite o site do Penitente:
http://www.lordelobo.com/penitente/

fonte: http://www.lordelobo.com/penitente/revista/edicao_002/002.htm

CRÂNIO em 2 EDIÇÕES

Veja o CRÂNIO numa Aventura INÉDITA Na Revista TEMPESTADE CEREBRAL n°3.
História de FRANCINILDO SENA e Arte de Luke Oliver
Veja Também CRÂNIO N°17 em Homenagem a MARK NOVOSELIC !




Chegamos ao terceiro nº da Tempestade Cerebral com uma ótima novidade! Agora a revista é em formato americano! Nesta edição, em Força-Mística, começamos o arco "Inquisição", que conta a origem de Lilith e mostra um pouco do passado de Pandora. Como tudo começou, no bonito traço fotográfico de Márcio Luiz e arte-final de Simião. Alex Mir assina o roteiro.

Valkíria continua sua busca ao lado de pessoas que ela não sabe se são amigos ou inimigos. E ela descobrirá da pior maneira que as lendas, algumas vezes, podem ser verdadeiras. De Alex Mir e Alex Genaro.

Estréia em nossas páginas a partir deste mês e de forma regular no mix das próximas edições, o Escorpião de Prata. O personagem é criação de Eloyr Pacheco, mantenedor do site Bigorna.net. Nesta primeira aventura, desenhada magistralmente pelo Will, o Escorpião de Prata nos mostra a triste realidade em que vivem nossos jovens.

Ainda nesta edição, uma história inédita do Crânio, com roteiro de seu criador, Francinildo Sena e arte de Luke Oliver e Simião. A edição flip-flap, com duas capas, fez muito sucesso e continua nesta edição. Uma das capas é de Silvio Ribeiro, para o Escorpião de Prata e a outra de Alex Genaro, para a guerreira Valkíria.

Finalmente estreamos nossa seção de correspondências. As críticas, elogios e sugestões deixadas neste fotolog, no Orkut e também nas cartas e e-mail's recebidos, terão espaço neste canal de comunicação direta com o leitor." A revista estará à venda pelo e-mail multipowers@ig.com.br, pela BODEGA (http://www.leonardosantana.com.br/loja/produtosLoja.aspx)

Tempestade Cerebral # 3
Duas capas (Valkíria por Alex Genaro e Escorpião de Prata por Silvio Ribeiro)
Periodicidade trimestral
16X25cm
36 páginas
R$ 4,00




Essa era para ser uma Edição bem alegre já que traria a conclusão do arco PRIMOGÊNITO mas por uma fatalidade do destino isso não foi possível.

Com o falecimento inesperado do Artista MARK NOVOSELIC, nessa Edição não trazemos o fim do PRIMOGÊNITO, mas fazemos uma singela Homenagem: a capa que mostra o CRÂNIO e CARA DE GATO (Criações Minhas) ao lado de ANGELINA e CACHORRO DE RUA (Criações do NOVOSELIC) foi desenhada por Heraldo Wilson e Colorida Por Gabriel Rocha dois admiradores confesso do ótimo trabalho do GIOVANI (Nome Verdadeiro do NOVOSELIC).

Estamos reprisando a HQ "DOIS MINUTOS PARA A MEIA NOITE" e trazendo a Ùltima HQ Ainda INÈDITA "ATORMENTADOS" Escrita e Desenhada Pelo NOVOSELIC.

Completam a Edição uma HQ curta em TRIBUTO ao NOVOSELIC escrita por mim e ilustrada por Iam Godoy. E outra escrita e desenhada por Dennis Rodrigo. Além de um Texto que escrevi sobre ele e outro escrito por Rodrigo Fernandes,e também Várias Mensagens por Alguns Amigos, Fãs e Admiradores.

32 pàginas - Formato A5 R$ 5,00 (porte Incluso)


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enviado por Francinildo Sena

Cinema:: Arquivo X - Eu Quero Acreditar !!



Mais uma produção da franquia Arquivo X desde o cancelamento do aclamado seriado que durou 9 temporadas há 6 anos!! Acredito que todos aqueles que curtiam a série, realmente uma das que causou verdadeira comoção e proporcionou uma certa evolução nesse gênero televisivo, torciam por uma nova chance na tela grande com seus agentes, ou ex-agentes se considerarmos o estágio em que encontramos os protagonistas agora, do FBI preferidos!! É claro que todo mundo conhece seus nomes, ou pelo menos deveria:: Fox Mulder e Dana Scully!!


Dana Scully

Fox Mulder





O seriado trouxe uma fórmula e elementos que cativaram uma maciça legião de fãs logo de cara!! Também não era pra menos, a série tinha tudo pra emplacar, pois mexia com várias questões que atiçam a nossa imaginação e até mesmo dão aquele friozinho na espinha!! A existência ou não de alienígenas, criaturas que se mesclam as sombras, lendas urbanas, casos insolúveis, aberrações da natureza ou da ciência, e tudo mais que contenha essa atmosfera que mescla a ficção e o sobrenatural!! Aliado a isso tudo o programa ainda trazia um fator que foi crucial para o seu sucesso:: a química entre os dois agentes, Mulder ((David Duchovny)) e Scully ((Gillian Anderson))!! Não consigo conceber algum integrante de sua audiência que fosse imune ao charme e fascínio que a relação entre os dois agentes irradiava!! A tensão entre o ceticismo da médica Scully, cuja única certeza provém da ciência, se contrapondo com a fé no desconhecido do agente Mulder, que presenciou sua irmã sendo abduzida por extraterrestres, segundo ele, garantia muito da força do seriado!! Sem falar na esfera de romantismo que transcendia levemente todo o profissionalismo dos dois agentes, coisa que inevitavelmente provocava algum tipo de reação e opinião em sua audiência!!


Mulder e Scully no seriado


Mulder e Scully hoje em dia


Caso você não lembre Arquivo X virou um fenômeno, povoando o mundo com os chamados eXcers, como ficaram conhecidos os fãs da série!! O seriado seguiu com muita força ao longo de suas primeiras temporadas até esbarrar em uma empreitada ousada dos produtores do show que acabou não se revelando muito promissora!! Em 1999 Arquivo X foi levado ao cinema pela primeira vez e a experiência não foi das melhores!! O seriado estava no auge, mas o filme não foi bem conduzido, não chegando a atrair um maior público além daquele que já lhe era fiel!! Na verdade o filme desapontou até os fãs fieis!! Depois disso o seriado não se sustentou mais como antes!! Existe a máxima de que nada que é muito bom dura pra sempre, e assim com um filme com trama pouco empolgante e talvez precipitado ((afinal era uma investida no cinema com o programa ainda em produção)), um dos astros ((David Duchovny)) da série se fazendo de difícil, sonhando com uma carreira promissora que nunca veio em outras produções cinematográficas, o que o levou a se desligar do seriado em suas últimas temporadas, regressando apenas para alguns episódios finais, e o desgaste natural de um show no ar há vários anos, fez com que Arquivo X completasse sua trajetória televisiva sem o mesmo charme e impacto de outrora!! Bem, é aquela coisa, a vida é assim mesmo!! Mas a série merecia ter brilhado um pouco mais sim!!




Contamos com um novo filme e tudo indica que ele será o responsável por finalizar a trajetória desse universo, agora nos cinemas também!! Arquivo X teve uma nova chance nos cinemas, consequentemente os fãs da série também, mas quem estava nos bastidores parece que ainda não pegou o jeito para desenvolver tal empreitada, pelo menos na altura que ela merece!! A história do filme em si não é ruim, contem até um fator instigante, acontece que ela carece de elementos para conferir a robusteza necessária para se distanciar da sensação de ser apenas um episódio mais extenso da série, apesar de mostrar os nossos heróis um pouco mais velhos e distantes dos escritórios do FBI!! Tal história caberia muito bem como um filme especialmente produzido em homenagem a série para a televisão, mas para o cinema deixa bastante a desejar!!





Claro que para os fãs tem um valor o fato de revisitar esse universo, saber como estão os protagonistas e se surpreender com o que nunca foi mostrado tão explicitamente na série no que concerne a relação íntima de ambos!! Mas fora isso o filme não surpreende muito, e até mesmo o fator que mencionei como instigante não é visto suficientemente explorado como se deveria, o que emplaca ainda mais aquela sensação de estar vendo um episódio, uma vez que em um filme é permitido ir mais além naquilo que uma série televisiva nem sempre se permite, até para deixar um clima de mistério no final do episódio, coisa que nem isso o filme nos proporciona!!





Fui assistir ao filme com a namorada, que nunca tinha visto nada da série, e um casal de amigos, que já conheciam e eram fãs do seriado!! Ao final da exibição aqueles que já tinham experiência com Arquivo X sairam um tanto desapontados, com meu amigo inclusive pontuando que conferiu episódios muito mais densos e verdadeiramente empolgantes, o que foi concordado por mim e nossa amiga!! Minha namorada disse que não achou o filme de todo ruim, mas confessou que jamais teria assistido o filme em outra situação que não aquela para nos acompanhar!! Acredito que para quem não for eXcers, não que o filme seja incompreensível, não seria isso, mas o filme não possui apelo suficiente para uma nova audiência!! Chris Carter, criador da série e quem assina a direção dessa produção, conseguiu o feito de reunir os dois astros da série, promover um novo filme, mas não conseguiu reacender nossa imaginação ou nos presentear com aquele friozinho na espinha de antes!!



Como fã que fui da série por um período de minha vida, não deixaria de conferir esse filme na tela grande, mesmo que antes me fosse alertado de que ele não seria tão empolgante quanto deveria, pois existe algo de poderoso em ver Mulder e Scully mais uma vez juntos!! Eles continuam essencialmente os mesmo, mas ainda assim diferentes, como deve ser!! Temos um Mulder teimoso como sempre, o que não o torna um herói convencional!! O que o move adiante e lhe confere coragem é justamente a sua teimosia em acreditar!! Scully por sua vez continua a competente médica que sempre foi, agora com muitas dúvidas e um dilema que chega sim a nos envolver durante o filme!!





Os astros do filme


Apesar de minha avaliação de fã que esperava um pouco mais dessa experiência de ver um novo filme do Arquivo X, momento este que não deixa de ser um evento para muita gente que curtia o seriado, não desencorajo ninguém de ir ao cinema conferir o filme!! Aquelas pessoas que gostam de filmes de suspense podem sim encontrar um filme que lhes agrade, e até tocante em alguns momentos!! É claro que na condição de fã sempre fica aquela cobrança!!


Quanto a possibilidade de um novo filme após este último::





Quem sabe uma nova e promissora investida fosse interessante com uma série animada!! Não tem como esquecer a participação de Mulder e Scully nos Simpsons!! Bons tempos aqueles!!









terça-feira, 29 de julho de 2008

CONVERSOR 2 NO HQ NADO

Salve, salve, pessoal!

Já está no ar a segunda aventura do Conversor nosite do HQ Nado!

Acessem: http://www.hqnado.com/conversor/ e confiram!

Também tem ficha do Conversor no Quadrinharte:

http://www.quadrinharte.com/site/articles.php?article_id=29

Comentários no Fórum GIBIHOUSE:

http://gibihouse.forumeiros.com/hqb-historias-em-quadrinhos-brasileiras-f5/conversor-o-heroi-que-veio-pra-ficar-t88.htm

E no Zinemax:

http://zinemax.forumeiros.com/hq-cia-f3/conversor-t378.htm

Abraços, e obrigado a todos!

Sandro Marcelo


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enviado por Sandro Marcelo

Newsletter da Panini #40



Universo Marvel Anual 2: Os Livros do Destino

O Doutor Destino é, sem nenhuma dúvida, o maior de todos os vilões da Marvel Comics. Desde sua criação em 1962 pelas mãos da dupla Stan Lee e Jack Kirby, o temido Victor Von Doom vem aterrorizando e tirando noites de sono dos maiores heróis do planeta – o que não deve ser uma tarefa nada fácil!

Agora você vai conhecer o que levou este singular personagem a trilhar seu caminho rumo à perdição em Universo Marvel Anual 2: Os Livros do Destino. O premiado roteirista Ed Brubaker (Demolidor, Capitão América) e o desenhista Pablo Raimondi (X-Factor) traçam a história do vilão desde seu nascimento entre os ciganos até a conquista de seu reino, a Latvéria. Testemunhe as tragédias, triunfos e fracassos que transformaram uma simples criança no homem mais temido do mundo nessa minissérie repleta de sofrimento, loucura e opressão.

Edição especial, formato americano, 148 páginas, papel Pisa-brite, R$ 14,90, distribuição setorizada.

Bernardo Santana
Assistente Editorial Marvel


Um olhar sobre a vida de um dos maiores vilões dos quadrinhos!




Grandes Astros: Batman & Robin 9

Já está nas bancas mais um número de Grandes Astros: Batman e Robin, o Menino-Prodígio, da dupla Jim “não chinês, coreano!” Lee e Frank “maldito Batman” Miller. O nono capítulo da história (que promete ter 12 partes) traz um encontro que os fãs da série estavam esperando: Batman e Lanterna Verde, e sem deixar que o Menino-Prodígio fique só no título. Os últimos embates do Cavaleiro das Trevas com outros super-heróis também não foram lá muito amigáveis… o que podemos esperar deste?

Há quem ame, há quem odeie, mas uma coisa não dá pra negar: a linha Grandes Astros merece uma olhada!

Minissérie, formato americano, 28 páginas, papel LWC, R$ 3,90, distribuição nacional.

Frank Miller e Jim Lee seguem com sua polêmica obra!




Marvel Especial 8 – Dinastia M: Vingadores

Em uma realidade distorcida, na qual os mutantes dominaram praticamente todo o planeta, os heróis que conhecemos viveram suas vidas de maneira muito diferente…

A Panini Comics traz a você agora um pouco mais sobre o perturbador mundo criado durante um dos maiores eventos mutante dos últimos tempos: Dinastia M. Acompanhe o despertar dos Vingadores deste mundo e os sacrifícios exigidos destes humanos que lutam por um mundo que os teme e odeia.

Marvel Especial 8 tem 124 páginas e custa R$ 14,90

Volte ao mundo de Dinastia M!




O Ataque das Amazonas 1 (de 3)

A volta da líder das amazonas e mãe da Mulher-Maravilha, Hipólita, é o mote do maior conflito que Washington já enfrentou! Em O Ataque das Amazonas, o exército das companheiras da Mulher-Maravilha atacam o Mundo do Patriarcado dispostas a só saírem de lá com a vitória nas mãos! O evento mudará o status dessas guerreiras no Universo DC e contará com a participação dos principais personagens da editora.

A minissérie será publicada em três edições e também irá relacionar-se com as histórias da Mulher-Maravilha, Supergirl, Novos Titãs e Mulher-Gato. O escritor Will Pfeifer (Mulher-Gato) comanda os roteiros, enquanto o artista Pete Woods (Superman) é o responsável pela arte da minissérie.

O assassinato de Maxwell Lord, bem como as artimanhas da vilã Circe e o desaparecimento de Themyscira, ocorrido no final de Crise Infinita, servem como suporte para a dramática história da guerra das amazonas contra o mundo dos homens. Depois dessa história, Washington nunca mais será a mesma!
Minissérie, formato americano, 52 páginas, papel Pisa-brite, R$ 5,50, distribuição nacional.

As amazonas atacam o Mundo do Patriarcado numa batalha mortal! De que lado ficará a Mulher-Maravilha?




Wizmania - Quadrinhos e Entretenimento

A melhor revista sobre quadrinhos do Brasil traz até você os roteiristas responsáveis por uma das maiores sagas da DC: Contagem Regressiva. O time de escritores revela algumas das surpresas desta maxissérie que prepara o terreno para Crise Final.

Também entrevistamos Ángel de la Calle, o autor da sensacional biografia Modotti – Uma Mulher do Século XX.

Nesta edição, a segunda e última parte do Dossiê Homem-Aranha Millennium, com os comentários de Brian Bendis e Mark Bagley, os responsáveis por uma das séries de maior sucesso da linha Millennium.

E trazemos uma matéria especial sobre Groo, o Errante, o personagem criado por Sergio Aragonés que completou recentemente 25 anos desde sua criação.

Como não poderia deixar de ser, o quadrinho nacional também é destaque, com um artigo sobre a ótima O Cabeleira.

E se você acha que isso é pouco, ainda temos um preview da sensacional e sanguinária minissérie Barracuda – que começará a ser publicada em Marvel Max 61 –, trazendo um dos personagens mais bacanas que já surgiu nas aventuras do Justiceiro.

E ainda tem uma excelente matéria sobre a mini que trará o inusitado encontro entre Ash (o astro da cinessérie Uma Noite Alucinante) e os mortos-vivos de Zumbis Marvel!

Revista mensal, formato americano, 84 páginas, papel Pisa-brite, R$ 7,90, distribuição nacional.

Além de tudo isso, a edição ainda tem uma verdadeira aula de narrativa com o artista Renato Guedes!




Rapidinhas
>>> Fique por dentro do mundo dos quadrinhos no blog da Wizmania: http://web.hotsitepanini.com.br/wizmania/

>>> Mad Especial 2 já está nas bancas! Aproveite e compre duas. Uma pra você, outra pra poder jogar no lixo.

>>> Você já assistiu ao filme do Batman? Corra para o cinema!


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copiado na íntegra do newsletter da panini.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Belle & Sebastian invade a MOJO

Maracão Ganha no Animamundi

Alo Amigos...


O Grupo de Estudos em Animação da FURG tem o prazer, o orgulho, a alegria de informar que a papamos o ANIMAMUNDI !!!!!!! na categoria Animações para Celular.
- Prêmio Melhor Animação Juri Popular
- Especial Melhor Animação Brasileira Prêmio Oi
Quem quiser assistir ao Maracão, nossa animação premiada, clic no link http://www.animamundi.com.br/cel_galeria.asp?ano=2008&cod=573

Obrigado à todos que tiveram a paciência e a força de vontade de colaborar com o nosso trabalho e votaram em nossas animações.

Obrigado as nossas mães, pais, namoradas, esposas, cachorros e passarinhos que deixaram de ser alimentados em algum momento para que fosse possível estudar e virar algumas madrugadas fazendo animação. Este é o começo de uma atividade que tem muito ainda a realizar pela animação na Cidade do Rio Grande e no Rio Grande do Sul.

Obrigado mais uma vez!!!0

Equipe de animação do Maracão:

Direção e Edição: Ozi
Roteiro: Sandro Kisner
Desenhos e Animação: Alex Mattos, Anderson Mendonça, Eduardo Porciuncula e Lucas Rechia
Demais Integrantes do GEA -FURG que de alguma forma colaboraram para que todo esse trabalho pudesse ser realizado:
Alisson Affonso, Toni Rabello, Wagner Passos, Sandro Mendes, Marcelo Calheiros, José Flores, Wagner Gomes, Ranieri Duarte, Caio Cesar, André Oliveira e Renan Colares.
Demais participantes que colaboraram também com o GEA-FURG:
Michele Domingues, Paulo Olmedo, Michael Falcão, Rosaura Dias, Jouber Cunha, Yuri Maciel, Gabriel Alagia, Paola Kirst, Bruno Ballester, Josiane Kirst, Eduardo Custódio, Thiago Gonçalves, Louise Silveira, Michael Amaral, Roberto Junior, Vinícius Jorge, Edu Jacques, Leonardo Santos, Luciano Peres, Matheus René, Bruno Miranda, Henri Rickes, Cristian Bertoglio, Monica Costa, Gabriel Maciel, Raquel Santos, Luciano Baldez, Mariana Lucas, Alex Almeida e todos os demais que de alguma forma participaram das atividades do GEA.

Assistam a outra animação do GEA-FURG também selecionada no ANIMAMUNDI, Escar Go!, dirigida por Eduardo Porciuncula, no link http://www.animamundi.com.br/cel_galeria.asp?ano=2008&cod=585
O GEA-FURG tem apoio da ABCA - Associação Brasileira do Cinema de Animação e Revista Idéia - Quadrinhos, Humor e Cultura
Grande Abraço para todos e mais uma vez
OBRIGADO!!!

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enviada por Wagner Passos

quinta-feira, 24 de julho de 2008

LANÇAMENTO NANQUIM DESCARTÁVEL # 02


Nanquim Descartável narra as preguiçosas aventuras de Ju e Sandra, duas garotas 'comuns' que moram juntas e fazem HQs. Ju é uma garota completamente caótica, roteirista de quadrinhos e estudante de jornalismo. Sandra uma moça modernosa, desenhista de quadrinhos e estudante de artes-plásticas.

O segundo número conta com a história completa "UNS DIAS", dividida em quatro capítulos, onde acompanhamos fatos corriqueiros da vida das personagens. Ju sofre em meio a lembranças misteriosas, Sandra atravessa um momento de problemas familiares e Tuba tenta conquistar uma nova garota.

Pré-venda: Prêmio HQMIX, dia 23 de julho na banca de quadrinhos independentes do Quarto Mundo.

Lançamento Oficial: Dia 25 de Julho (sexta-feira) as 19:30 na livraria HQMIX (Praça Franklin Roosevelt, 142 – Centro – São Paulo – SP)

Formato: 16 x 25 cm, 36 páginas, capa colorida, miolo P&B.

Preço: R$4,00

Roteiro e edição: Daniel Esteves

Arte: Wanderson de Souza, Wagner de Souza, Júlio Brilha, Mário Cau, Carlos Eduardo e Samuel Bono

No lançamento da Revista o site/blog da série também estreará e aproveitando a data faremos sorteio de camiseta das personagens, descontos na compra das duas edições ou na compra casada com os outros lançamentos do Quarto Mundo.

O Blog entrará no ar dias antes do lançamento: www.hqemfoco.com.br/nanquim

Venda pelo E-mail: hqemfoco@hqemfoco.com.br

Mais informações: http://escola-hqemfoco.blogspot.com

[Eu li] Pixel Magazine #16


Eu já falei isso aqui antes, já fiz referência de modo que nem vou repetir o meu posicionamento quanto à revistas mensais. A conclusão é que minhas aquisições de revistas mensais, dada a baixa qualidade da maioria, foi cortada. As que sobrevivem se dão por razões muito específicas (Action Comics por Richard Donner na revista do Superman; Universo DC por Xeque Mate, SJA e Pacto das Sombras; PiXel Magazine e Fábulas). Como citei, a PiXel Magazine está no balaio das que continuam tomando meu dinheiro.
Entretanto, a revista vale o investimento pois trás quase sempre material de qualidade. Comprei minha primeira edição (a #3) por conta de "Fábulas", mas foi conquistado por Planetary e Promethea. Entretanto, se estas duas fizeram com que a revista me figasse, outra série sempre tentou me repelir: a péssima DMZ.
Daí a coisa ficou preocupante nas últimas edições: a excelente Planetary entrou em entre-safra (tudo o que havia para ser publicado já o foi, faltando somente o posfácio da série, que não foi publicado nem nos EEUU) e a bacanuda Promethea passou para a "Fábulas PiXel" (numa jogada bem suja da editora, na minha opinião, mas da qual falo noutra hora), o jogo ficou desigual: será que só Brian Azzarello e seu Hellblazer conseguem segurar a peteca de uma revista de R$ 10,90 frente a chatice de DMZ? Não, não consegue. Sorte é que ele recebeu reforços: em sua edição #16, a PiXel Magazine nos brinda com a estréia do aclamado "Y, the last man", de Brian K. Vaughan ("Ex-Machina", "Fugitivos"), que já começa empolgando e "Tomorrow Stories", de Alan Moore, com uma história curta, autocontida e muito bacana. Outra inovação desta edição é a presença de colunas sobre as três principais séries (Y, DMZ e Hellblazer) escritas por jornalistas brasileiros ligados aos quadrinhos (Télio Navega, Rodrigo Salem e Eduardo Nasi, respectivamente). Ainda, há a promessa de aparições da igualmente excelente "Frequência Global" do tresloucado Warren Ellis.
Falando pormenorizado de cada série (e avaliando-as em separado):

Y, o último homem (Y the last man#01) -> Nesta série, escrita por K. Vaughan e desenhada por Pia Guerra, somos apresentados a Yorick e seu macaquinho Ampersand (o conhecido "'e' comercial", ou &), num momento em que todos os machos da Terra simplesmente... Morreram. Assim, os dois são os únicos possuidores de um cromossomo Y no planeta inteiro. Nesta primeira edição temos apenas a introdução. Vaughan optou por começar a contar sua história pelo princípio mesmo, indicando como tudo aconteceu. Ou seja, só nos apresentou os personagens principais e matar os homens. Ia dizer que foi límpido e funcional, mas... not! O texto de Télio Navega ("O Globo"), introdutório, é bem bacana, pois faz um apanhado geral da série. Nada muito revelador, ao contrário da nota de advertência antes do texto. Ou seja: HQ e texto bacanas.


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Constantine: Boas intenções (Hellblazer #155) -> O trabalho de Azzarello na série continua. Com os desenhos bacanas de Marcelo Frusin, continuamos acompanhando os acontecimentos estranhos na cidade de Doglick, EUA, onde Constantine está. A história é bastante bizarra, com caçadas e muita perversão (santa novidade, Batman!), mas aos poucos começamos a sacar que John Constantine não está lá muito por acaso não. Como é de se esperar, o desfecho, que acontecerá na próxima edição, promete bastante sangue, suor e lágrimas... O texto complementar é de autoria de Eduardo Nasi ("Universo HQ"), que nos apresenta a relação de Constantine com os autores ingleses, para então entrar na fase Azzarello, único norte-americano a escrever o título em todos esses anos de publicação. O objetivo de Nasi é estabelecer um paralelo entre Constantine vivendo aventuras como um estrangeiro nos EEUU com o fato de Azzarello ser também um estrangeiro em Hellblazer. O resultado é bom, melhor que a edição: "Boas Intenções" é um arco que, ao contrário de "Na Cadeia" (o arco anterior) não empolgou em nenhum momento. Vamos ver se a conclusão salva alguém (mas eu duvido. Foi nesse ponto que "Na cadeia" miou...).


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Histórias do Amanhã - Amnésia (Tomorrow Stories#1) -> Pelo que pude entender, "Tomorrow Stories" é uma revista, capitaneada pelo barbudo Alan Moore, pubicada pelo selo "America's best comics". A premissa da revista parece ser publicar histórias curtas, fechadas, de vários personagens de Moore. O personagem publicado nesta edição é o detetive mascarado Greyshirt (co-criado por Rick Veitch). Segundo o editorial de Cassius Medauar, Greyshirt é um detetive na melhor tradição do Spirit, do grande mestre Will Eisner. E a referência é mesmo evidente, ainda que o herói pouco apareça nesta edição, em que somos apresentados a um estranho serial killer que... não se lembra das mortes que comete! Apesar do clima noir e das vestimentas, o design dos carros me faz acreditar que as histórias de Greyshirt se passam num futuro não muito distante. A história é boa, ainda que me pareça falha como forma de se conhecer o personagem (apesar de ser a número 1). Enfim. Boa e nada mais, não dá pra ser genial em tudo o que se faz, ao que parece...


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DMZ: Corpo de Jornalista (DMZ#08) -> E aqui chegamos à parte realmente ruim da revista. Acho que minha opinião quanto a DMZ é conhecida antes de aqui chegar. Desde o primeiro (e desprazeroso) contato com a série, a trama de Brian Wood e Riccardo Burchielli não conseguiu me atrair. DMZ conta a história de um estagiário de jornalismo (Matthew Roth) que, duma hora para outra, se vê sozinho na zona desmilitarizada que Manhattan se tornou após uma segunda guerra civil ocorrida nos EEUU. Assim, Matt torna-se o único correspondente jornalístico dentro da DMZ, com a missão de mostrar ao resto do país o que se passa naquela terra de ninguém, onde só os (realmente) fortes sobrevivem. Pois então, DMZ, como disse, nunca me atraiu. A série não tem o que dizer, ou pelo menos nada diz à mim: os diálogos são fracos, os desenhos piores ainda¹ e pelo menos eu fico sem saber aonde o autor quer chegar. Nada cola, nada parece fazer sentido, os personagens são incapazes de gerarem empatia no leitor. Argh! DMZ é um desperdício de papel que leio só porque paguei por ele. Nesta edição, como já citei, DMZ é comentada pelo jornalista Rodrigo Salem (editor-chefe da "SET"). Não disse antes, mas minhas notas todas forma dadas tomando por base a revista e o texto jornalístico, de modo que Hellblazer por exemplo teve uma avaliação boa por conta do texto bacana de Eduardo Nasi. Entretanto, a nota de DMZ só é piorada pelo texto panfletário e vazio de Salem. Assim como a série, o texto se confunde por não dizer logo a que veio: é um balde de referências pouco claras cujo climáx (do texto) é uma espécie de desabafo por um deslize (sério, mas ainda um deslize) ocorrido recentemente na imprensa brasileira. Ou seja, para um editor-chefe de uma revista renomada no mercado brasileiro, o texto de Salem sobre DMZ parece muito mais um panfletinho vermelho made in movimento estudantil universitário. Dispenso.


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"Veredicto" final: Edição bem fraquinha esta (média 2,5 Oinc's!, arredondando para cima), quase me faz arrepender dos R$ 10, 90 investidos. Só os primeiros passos de "Y" (e a consciência do potencial da série) e a divertida "Histórias do Amanhã" seguram a peteca do arrependimento. Acho que a PiXel terá de se esforçar mais se quiser garantir meu suado dinheirinho agora que pulou Promethea para a outra revista da casa...

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¹ Desenho ruim não é um problema. A última edição de "Freqüência Global" publicada, com arte de David Lloyd (sim, ele!) estava de doer. Mas o roteiro segura as pontas. Em DMZ, mesmo uma arte supimpa (como um David Aja, por exemplo) teria dificuldades em segurar as pontas.

terça-feira, 22 de julho de 2008

MUNDO DOS SUPER-HERÓIS 11: Dossiê Batman



Dossiê Batman: as fases de 1939 até hoje
84 páginas
21 x 28 cm
Capa e miolo em papel couché
R$ 9,90
Editora Europa

DETALHES
Já está nas bancas SP e RJ a Mundo dos Super-Heróis 11 com um dossiê sobre as principais mudanças e curiosidades da carreira do Batman. São 30 páginas com informações essenciais do personagem, além da crítica do novo filme e uma nova seção – chamada “Procurado” – com um mini-dossiê sobre o Coringa.

O batdossiê conta com os seguintes capítulos:
> A criação do herói no fim dos anos 30 e seu desenvolvimento nos anos 40
> O processo de censura ocorrido nos anos 50
> Os divertidos e inocentes anos 60
> A volta do lado sombrio do herói nos anos 70
> Os anos de maior popularidade do Batman na década de 80
> Catástrofes e provações dos anos 90
> A renovação do ano 2000

OUTRAS REPORTAGENS DA EDIÇÃO 11 DA MUNDO:
> Criador: Neil Gaiman (8 págs)
Graças à sua abordagem pouco convencional, Neil Gaiman é um dos mais elogiados roteiristas de quadrinhos da atualidade. Conheça os detalhes de sua carreira.

> 10 Mais: Heróis Negros (5 págs)
Eles ganharam seu espaço nos quadrinhos e hoje apresentam histórias muito interessantes e criativas. Selecionamos 10 heróis negros que marcaram época, como Pantera Negra, Luke Cage, John Stewart, Blade...

> Thor de A a Z (7 págs)
Os detalhes da rica mitologia do Deus do Trovão, um dos maiores heróis da Marvel.

> Entrevista: Greg Tocchini (4 págs)
Ele é um dos muitos brasileiros que desenham para o exterior. Mas com uma diferença: é sempre chamado para projetos bem particulares que envolvem a criação de visuais diferenciados. Veja como Tocchini trabalha isso.

> Coleção: especial batmóvel (2 págs)
O batmóvel é quase um personagem, uma parte essencial na mitologia do Homem Morcego. Separamos sete modelos imperdíveis para colecionadores.

> Clássicos da Era de Ouro (1 pág)
O quadrinhista Gedeone Malagola conta a história de Tails Tommy, um herói aviador que fez muito sucesso nos anos 20.

> Artista da capa: Samicler Gonçalves (2 págs)
Os detalhes de como o talentoso artista brasileiro criou nossa ilustração de capa e nosso pôster central do Batman.

> Etc & Tal (1 pág)
O jornalista Sílvio Ribas conta os detalhes de sua longa relação com o universo do Batman.

> Peneira Pop (10 págs)
Notícias e um pouco mais: os bastidores e a crítica do filme Batman, The Dark Knight; novidades sobre o mundo dos quadrinhos; resenhas sobre revistas, fanzines e livros que chegaram à redação.

> Super Leitores (5 págs)
Comentários, críticas, textos e desenhos dos leitores. Tem até o desenho de uma leitora de nove anos.

> Catacumba (1 pág)
O colecionador Fransérgio Rodrigues conta a história da revista da Família Halley, um grande sucesso dos anos 80.

DISTRIBUIÇÃO:
A Mundo dos Super-Heróis 11 será lançada em duas fases. A primeira será do dia 18/7 em São Paulo Capital e em 21/7 no Rio de Janeiro Capital. Depois, a revista será recolhida no dia 18/8 e volta para as demais bancas do Brasil em setembro de 2008.

CONTATO:
Manoel de Souza (editor)
(11) 3038-5109
manoel.souza@europanet.com.br
www.europanet.com.br/superheroi

EDITORA EUROPA
Redação Revista Mundo dos Super-Heróis
Rua M.M.D.C, 121
São Paulo, SP
CEP 05510-900

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enviado por Manoel Souza

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Cinema:: Batman - O Cavaleiro das Trevas [[ Rafael Tavares ]] !!



Finalmente assisti ontem ao filme!! Sei que o ideal seria ter postado minha avalição um pouco antes, mas infelizmente não deu!! Só que também não vejo grande problema em fazer isso agora, pois quem já o assistiu deverá concordar que ainda se falará desse filme por muito e muito tempo!! Se você ainda não o conferiu no cinema, pode ter certeza que os elogios e exaltações quanto a essa nova investida do morcegão nos cinemas são verdadeiras e nada exageradas!! Nosso amigo Lucas Ed já deu seu parecer e concordo com seus cinco Oinc's dados ao filme, pois a produção se esmerou e fez por merecê-los com louvor!! O filme também mereceu o fato de ter sido o primeiro a receber duas resenhas no Blog Continuum, prática que espero se torne costumeira, uma vez que é válido conhecer diferentes críticas de uma mesmo obra!!


É curioso como nas últimas semanas vinha trocando idéias com a namorada e amigos a respeito da loucura que virou a performace de Hollywood quanto aos lançamentos no período que corresponde ao cobiçado verão americano nos cinemas!! Um tempo atrás cada blockbuster era um evento por si só!! Cada um deles repercutia de uma forma que rendia semanas de entusiasmo e fantasia, principalmente na mente dos mais jovens, coisa que hoje já não mais é possível, uma vez que a cada fim de semana um novo e espetacular mega-filme, super-esperado, estréia!! É engraçado como antigamente ((será que já estou velho o suficiente para usar essa palavra?? hehe)) eu sonhava com o que estamos vivendo hoje, o que de fato não deixa de ser legal e instigante, mas como tudo na vida até isso tem seu lado negativo!! Com tantos filmes grandiosos e incríveis bombando um atrás do outro, mal conseguimos assimilá-los e processá-los como se era possível antes!!





Bem, eu confesso que estava preocupado com isso e fazendo projeções de como seria daqui alguns anos quando já tivesse meus herdeiros, mas Batman - O Cavaleiro das Trevas me provou que ainda é possível fazer filmes memoráveis a tal ponto de nos forçarem a guardá-los consigo por mais tempo. como nos era permitido um tempo atrás!! O filme se torna ainda mais especial quando consideramos que se trata de uma produção baseada em um personagem de histórias em quadrinhos, dada a seriedade com que foi pensado e executado!! Não que filmes de super-heróis não mereçam tamanho comprometimento, jamais seria capaz de pensar e expressar algo assim, mas todos sabemos bem que essa não é a regra em Hollywood, quando na verdade sempre era pra ter sido!!



Quando mais jovem sempre sofri muito com as versões do Homem-Morcego no cinema pré-Begins, acredito que como qualquer fã do vigilante de Gotham que se preze, e com isso acabei ficando ainda mais criterioso quanto aos filmes do herói, enquanto já outros, creio eu devido o quão massacrante foi conviver com visões tão medíocres do personagem no cinema, já se comportam com mais aceitação ao que vem sendo feito recentemente!! Não escondo de ninguém que para mim o Batman de Christopher Nolan ainda não contempolou o Batman que acredito já ser possível e que já deveria figurar nos cimenas!! Mas adianto que em sua segunda investida com o herói o diretor e roterista conseguiu consolidar de tal forma a sua versão do personagem que é impossível não tirar o chapéu para ele!!





Batman é um personagem real, cercado por pessoas reais em uma cidade real, todos imersos em conflitos reais, pelo menos tão reais quanto se possa alcançar em uma obra abordando a emblemática criação de Bob Kane sem descaracteriá-la!! É impossível se assistir ao filme e não se envolver com as pessoas e perceber Gotham City como um universo gigantesco e bem construído que funciona como uma metáfora para todo o nosso mundo!! Muito da ação do filme está na tensão que ele nos proporciona!! O Coringa joga com nossas emoções e medos tanto quanto com cada pobre cidadão de sua sofrida cidade!!





Por falar no Coringa, bem, ele também é real no filme!! Quando fiquei ciente das primeiras notícias sobre esse filme, de como estavam pensando o Coringa, não vou mentir que tinha receios do que poderiam estar aprontando!! Tinha medo de não ver o Coringa, de ver qualquer outra coisa, modernosa, estilosa demais, mas não o velho e ótimo Palhaço do Crime!! Mas lá estava ele, na tela do cinema, como deveria ser!! Todos os acréscimos particulares de interpretação, que englobam o jeito de andar, falar, se portar, e tudo mais que Heath Ledger inseriu em seu Coringa, só o levaram ao encontro do que deveria de fato ser dar vida ao maníaco com cara de palhaço!! O vilão é sem sombra de dúvidas um dos pontos altos do filme, senão o maior, afinal sem o Coringa jamais seria possível se contar tal história como a que fizeram, pois aquilo que caracteriza o Coringa é o que move a avalanche de eventos do filme!! Mesmo sem cair em um tonel de produtos químicos para ter sua pele esbranquiçada e cabelos esverdadeados, elemento este que até um tempo atrás considerava imprecindível para se compor o personagem, diretor, ator e trama provaram que um homem louco pode aterrorizar a todos, sem distinção!! Vale mencionar uma passagem que encarei como sendo de um tom poético!! Em determinado momento ocorre uma cena que lembra algo que acontece com o Coringa de Jack Nicholson, mas apenas lembra, pois no final ocorre algo que me desapontei muito em não ter visto quando criança na versão de Tim Burton de 1989!! Determinada cena do novo filme me encheou de alegria!!




É bom salientar que diferente do primeiro filme ((as produções pré-Begins não contam, né)), neste os vilões realmente ganham a dimensão que merecem!! Infelizmente isso me leva a conjecturar o quão interessante teria sido conferir o Espantalho e Rá's Al Ghul com a seriedade e comprometimento que os vilões do segundo filme receberam!! Tudo bem que em Begins o foco era de fato a origem do herói, mas faltou um pouco de vontade, até bastante no caso do pobre Prof. Jonathan Crane!! Espero que ainda tenham interesse de abordá-lo como merece, se é que ainda seria possível depois de o terem diminuido tanto!! Outro ponto positivo do segundo filme corresponde a ameaça final da história, infinitamente superior e condizente com a abordagem do personagem proposta pelo diretor, ou seja, mais realista!! No primeiro filme temos um bando de ninjas assassinos, que são exaustivamente treinados para que mesmo?? Roubar um aparato tecnológico incrível, que talvez ficasse mais condizente em um filme da Liga da Justiça, para cumprir sua missão de liquidar com uma cidade!! Em O Cavaleiro das Trevas o tom da ameaça se mantém plenamente fiel aos desmandos insanos e imprevisíveis do Coringa, que mesmo imprevisível não extrapola tirando cartas da manga que destoam da tônica do filme!!





Se tiver prestado atenção percebeu que me referi a vilões nessa segunda produção logo mais acima, isso porque fomos agraciados com outro integrante da galeria de vilões do mocego que recebe um bom destaque na película, Duas Caras!! O personagem também é retratado muito bem, de forma a não ofuscar e nem ser ofuscado pelo Coringa!! E que isso sirva de lição para um certo diretor que assinou um esquecível Homem Aranha 3, pois é muito bem possível dar o peso certo em tela, de forma plausível e satisfatória, a vilões relevantes!! Só por esse grande feito a produção está de parabéns, mas evidentemente as congratulações vão muito mais além devido a tamanha competência exibida!!




Bem, e quanto ao protagonista?? Com tanta coisa acontecendo tive a impressão de ter visto pouco Batman na tela, pelo menos em relação ao que eu gostaria e acredito que deveria ter!! Temos um pouco do Bruce Wayne playboy que nos diverte como deve ser e um pouco mais do verdadeiro Bruce Wayne, aquele que veste a máscara do morcego mesmo quando não a está usando!! O personagem lida com um interessante, importante e bem pensado dilema, mas fiquei com a sensação de que esse aspecto do filme pudesse ter tido um pouco mais de atenção!! É aquela coisa, foi algo inteligente, crucial para o personagem, consta no filme, mas pela fato de ser o filme do Batman, na minha opinião, faltou mostrar e esmiuçar melhor isso para a audiência!! Fica a impressão que assim como a produção entendeu e encontrou o tom certo para o Coringa, e até mesmo o Duas Caras, eles, da produção, sacaram de fato quem é o Batman, mas apresentá-lo mais de perto, descortinar um pouco mais de sua complexidade, isso ainda não parece ser tão fácil de ser mostrado, tanto quanto foi fazer com os vilões pelo menos!! Com isso me deu a impressão de rever, um pouco apenas é bom deixar claro, algo que acontecia nos famigerados filmes pré-Begins, onde os vilões roubavam a cena fácil!! Isso evidentemente não ocorre por completo no novo filme, mas dá pra perceber que os vilões brilham um pouco mais!!




Pra ser bem sincero, fazia tempo que eu não saia de uma sessão de cinema tão satisfeito e com sentimento de completude, pois as qualidades do filme são esmagadores, desconstituindo qualquer pequeno desgosto que se possa ter!!


Portanto, amigos, aproveitem!! Boa viagem para Gotham City!!