Olha que legal. O Francinildo Sena revelou em seu flog que seu personagem, o já bastante conhecido Crânio volta a ter revista impressa. O personagem estava para sar pela NHQ do amigo Adriano Gon, mas por motivos maiores, a revista impressa acabou sendo cancelada antes mesmo do lançamento, e Gon, o editor, resolveu fazer tudo online. Mas o Guilherme Oliveira, do Quadrinharte, achou que ainda assim o Crânio merecia algo impresso e agora está editando sob o selo Quadrinharte a revista do Crânio, com capa colorida, 28 páginas, miolo preto e branco e custando R$ 4,00 com frete incluso. Na revista duas HQs com Floresta Sangrenta, com roteiro de Francinildo Sena e desenhos de Toni Neri e Orlando Maro e Atormentado, com roteiro e arte de Mark Novoselic. Eu particularmente prefiro (e sempre vou preferir) as versões impressas. Nada contra as versão online, eu acho muito válido, por várias questões, como a facilidade, custos e com certeza alcança mais pessoas, mas o papel é insubstituível. Nada compara o prazer de carregar a revista na mão, folear, abrir onde quiser e ler onde quiser. É isso. Para maiores informações acerca dessa nova etapa na vida do grande Crânio clique AQUI ou AQUI. quinta-feira, 26 de março de 2009
Crânio de volta ao papel
Olha que legal. O Francinildo Sena revelou em seu flog que seu personagem, o já bastante conhecido Crânio volta a ter revista impressa. O personagem estava para sar pela NHQ do amigo Adriano Gon, mas por motivos maiores, a revista impressa acabou sendo cancelada antes mesmo do lançamento, e Gon, o editor, resolveu fazer tudo online. Mas o Guilherme Oliveira, do Quadrinharte, achou que ainda assim o Crânio merecia algo impresso e agora está editando sob o selo Quadrinharte a revista do Crânio, com capa colorida, 28 páginas, miolo preto e branco e custando R$ 4,00 com frete incluso. Na revista duas HQs com Floresta Sangrenta, com roteiro de Francinildo Sena e desenhos de Toni Neri e Orlando Maro e Atormentado, com roteiro e arte de Mark Novoselic. Eu particularmente prefiro (e sempre vou preferir) as versões impressas. Nada contra as versão online, eu acho muito válido, por várias questões, como a facilidade, custos e com certeza alcança mais pessoas, mas o papel é insubstituível. Nada compara o prazer de carregar a revista na mão, folear, abrir onde quiser e ler onde quiser. É isso. Para maiores informações acerca dessa nova etapa na vida do grande Crânio clique AQUI ou AQUI.
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